A luxação acromioclavicular costuma acontecer em quedas diretas sobre o ombro, comuns no ciclismo, no futebol, nas lutas e em acidentes de moto. Ela é classificada em graus, de acordo com o quanto a clavícula se desloca. Já a artrose acromioclavicular é resultado do desgaste da articulação e é frequente em pessoas que fazem musculação com cargas altas, especialmente em exercícios como supino e desenvolvimento.
Sinais comuns
- Dor na parte de cima do ombro
- Elevação ou degrau visível na clavícula após uma queda
- Dor ao cruzar o braço na frente do corpo
- Dor em exercícios como supino e flexões
O diagnóstico é feito pelo exame físico e por radiografias em incidências específicas, que mostram o grau do deslocamento ou o desgaste da articulação. A ecografia complementa a avaliação e pode guiar procedimentos com precisão.
As luxações leves geralmente são tratadas sem cirurgia, com tipoia por curto período, controle da dor e fisioterapia. As luxações mais graves podem exigir a reconstrução acromioclavicular, e algumas técnicas apresentam melhores resultados quando realizadas nas primeiras semanas após o trauma. Na artrose, o tratamento envolve medicação, ajuste dos treinos e infiltração guiada por ecografia; nos casos persistentes, pode ser indicado o procedimento de Mumford, que remove a pequena porção desgastada da clavícula.
Por isso, uma queda sobre o ombro com dor e deformidade merece avaliação especializada logo nos primeiros dias, para não perder a melhor janela de tratamento.
Caiu sobre o ombro ou sente dor na parte de cima dele? Agende sua avaliação pelo WhatsApp (51) 99626-4246 e receba a orientação certa desde o início.
Agendar pelo WhatsAppRevisado por Dr. Abel Ranzzi, ortopedista especialista em ombro e cotovelo (CRM-RS 35599). Conteúdo informativo, não substitui a avaliação médica.
