Na epicondilite lateral, a dor aparece na parte de fora do cotovelo e envolve os tendões que estendem o punho. Na epicondilite medial, a dor fica na parte de dentro e atinge os tendões que dobram o punho. Ambas estão ligadas a movimentos repetitivos de punho e de pegada, comuns em quem trabalha com ferramentas, digita por longas horas, faz musculação ou pratica esportes de raquete, como tênis, beach tennis e padel. São mais frequentes na meia-idade.
Sintomas mais comuns
- Dor na parte de fora ou de dentro do cotovelo
- Dor ao segurar uma xícara, apertar a mão ou girar uma maçaneta
- Perda de força para segurar objetos
- Dor que irradia para o antebraço
O diagnóstico é clínico, confirmado pela ecografia feita no consultório, que mostra o espessamento do tendão e possíveis rupturas parciais. A ressonância magnética fica reservada para casos de dúvida ou que não respondem ao tratamento.
A maioria dos pacientes melhora sem cirurgia. O tratamento combina ajuste das atividades, uso de cinta de compressão no antebraço, fisioterapia com exercícios específicos de fortalecimento, ondas de choque e laser de alta intensidade. Em casos selecionados, podem ser indicadas infiltrações guiadas por ecografia ou tratamentos ortobiológicos. A cirurgia é necessária apenas em uma pequena parcela dos casos.
A epicondilite costuma ter evolução lenta e pode voltar se a sobrecarga continuar. Por isso, tratar corretamente e corrigir os movimentos que causam o problema é tão importante quanto aliviar a dor.
Sente dor no cotovelo ao segurar objetos ou treinar? Agende sua avaliação pelo WhatsApp (51) 99626-4246 e comece o tratamento certo.
Agendar pelo WhatsAppRevisado por Dr. Abel Ranzzi, ortopedista especialista em ombro e cotovelo (CRM-RS 35599). Conteúdo informativo, não substitui a avaliação médica.
